Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários

País abre 77.822 empregos com carteira e tem melhor janeiro desde 2012

5 de março de 2018


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Indústria contrata, comércio demite

De oito setores avaliados pela pesquisa, a indústria criou o maior número de vagas com carteira em janeiro. O comércio foi o que mais fechou vagas.

  • Indústria: + 49.500
  • Serviços: + 46.544
  • Agropecuária: + 15.633
  • Construção Civil: + 14.987
  • Serviços Industriais de Utilidade Pública: + 1.058
  • Extrativa Mineral: – 351
  • Administração Pública: – 802
  • Comércio: – 48.747

Trabalho intermitente

A reforma trabalhista, em vigor desde 11 de novembro de 2017, já pode ser identificada nas estatísticas do Caged. Pela modalidade de trabalho intermitente, que é a possibilidade de trabalhar sem horário fixo e ganhando apenas pelas horas trabalhadas, foram registradas 2.860 contratações e 399 demissões em janeiro.

As admissões desse tipo se concentraram no comércio (1.003) e no setor de serviços (879). Ao todo, 942 estabelecimentos contrataram ou demitiram sob o regime do trabalho intermitente.

Salários

O salário médio de admissão em janeiro foi de R$ 1.535,51, enquanto a média na demissão foi de R$ 1.636,41. Quando descontada a inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), houve crescimento de R$ 54,10 (+3,65%) no salário de admissão e de queda R$ 63,09 (-3,71%) no salário de desligamento, em comparação a dezembro de 2017.

Resultado em 2017

O Brasil fechou 20.832 vagas com carteira assinada em 2017, terceiro ano seguido no vermelho, apesar do início da recuperação econômica e da vigência das mudanças trabalhistas defendidas pelo governo para impulsionar o número de vagas.

O resultado foi melhor do que os registrados nos dois anos anteriores. Em 2016, o país fechou 1.326.558 vagas e em 2015, 1.534.989.

IBGE faz pesquisa diferente

Os dados divulgados hoje pelo Ministério do Trabalho consideram apenas os empregos com carteira assinada.

Existem outros números sobre desemprego apresentados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que são mais amplos, pois levam em conta todos os trabalhadores, com e sem carteira.

A última Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua registrou que o Brasil tinha, em média, 12,7 milhões de desempregados no trimestre de novembro a janeiro.

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