Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários

Yamaha e Soretto apostam em ano melhor

21 de novembro de 2017


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Alívio. Essa é a sensação da Yamaha. Segundo o diretor de Relações Institucionais da empresa, Afonso J. A. Cagnino, o mercado parou de cair e o setor fecha o ano com uma expectativa de alívio. “Estamos com números “menos ruins” do que esperávamos. No caso da Yamaha tivemos dois grandes êxitos com o lançamento dos dois modelos de scooter, para um público novo. Então estamos em uma situação um pouco menos sofrida do que estávamos antes.”

 

Diante disso, a expectativa para o próximo ano melhorou um pouco e existe uma esperança de crescimento gradual. “Ainda dependemos do crédito e temos um ano político, com uma situação difícil. Não sabemos direito como vai ser o panorama. Temos a Copa do Mundo que vai muito contra a venda de motocicletas, que concorre com os televisores, então ano de Copa é sempre mais complicado, sem contar com as eleições.”

 

Em relação ao trabalho do SIMEFRE, Afonso Cagnino, diz que o Sindicato já ajuda muito, sendo um grande canal, principalmente na parte trabalhista. “Temos uma lei trabalhista nova e o SIMEFRE está nos amparando nisso também e nas negociações coletivas. Agora temos recebido informações sobre as normas regulatórias, principalmente junto ao Inmetro, o SIMEFRE tem tido um papel importantíssimo para intermediar o segmento de motocicletas, o segmento de fabricantes de peças com o governo. Essa condição tripartite está funcionando muito bem e a gente espera que o ano de 2018 seja muito pródigo nisso também.”

 

Soretto

 Carlos Gomes e Helena, diretora da Soretto

Para o gerente Comercial da Soretto, Waldemar Ivo de Medeiros Neto, 2017 pode ser resumido como um ano de desafios. Ele diz que o mercado inteiro se remodelou e todos tiveram que se adequar a novos volumes de vendas de motocicletas. “Saímos de anos maravilhosos, anos dourados, que foram 2010, 2011 e 2012, com níveis de dois milhões de motos e estamos agora com patamar de 800 mil motos anualmente”, comenta.

 

O resultado, destaca, é fazer com que toda a empresa repense sua estrutura para continuar atendendo o mercado e mantendo a qualidade. Como a Soretto é uma empresa que trabalha tanto em montadoras, quanto em reposição, a expectativa é um crescimento de 4% para 2018. “O que esperamos é que o Brasil comece a engatar a seriedade, que tenha tranquilidade para que possamos fazer nosso trabalho, ou seja, um crescimento contínuo e sustentável, não precisa ser grande, mas que seja contínuo.”

 

A empresa diz que utiliza os serviços do SIMEFRE  em várias vertentes, como na parte de recursos humanos, que são as negociações sindicais e com políticas governamentais. “Realmente ele é um grande parceiro nosso. Agora o que poderia melhorar no relacionamento do SIMEFRE com o mercado é tentar colocar um pouquinho de valorização da indústria nacional.”

 

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